sábado, 18 de outubro de 2014

O Brasil sem medo do PT



“Assim diz o Senhor Deus: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e que nada viram! ... são como raposas nos desertos. Não subistes às brechas, nem reparastes o muro... para estardes firmes na peleja no dia do Senhor.” Ez 13; 3 a 5 

Temos alguns traços interessantes nesses profetas citados. Deus não se manifestara a eles, “nada viram”, mas, em seu anseio de se fazerem profetas, “preenchiam” a ausência de Deus, com visões do seu próprio espírito. Não obstante existirem coisas sérias a ser tratadas, “brechas”; desbocavam-se em promessas que não tinham nada de reais.

Impressionante como esse quadro assemelha-se a certa campanha política que acompanhamos!  Brechas nos muros da decência sucedem-se diariamente; não são reparadas, antes, novas promessas mirabolantes preenchem o vácuo de providências. 

Não raro deparo com textos desinteligentes, ou, desonestos, abordando nosso cenário político. Dizem se tratar de uma luta de ricos contra pobres; o PT seria a senzala; o PSDB, a casa grande. 

Outros compram o discurso pronto do Lula, que graças ao PT, pobres andam de avião hoje, e que as elites odeiam isso. Vamos ver de perto  para entendermos o quê está em jogo. 

Se o PT é da senzala, não esqueçamos que está com as chaves da “Casa grande” há doze anos. Se, é representante da esquerda progressista,  convém recordar que se aliou com o que mais antigo e podre há em nossa política; Maluf, Collor, Calheiros, Sarney etc. acaso esses não são elite? Os generosos financiamentos do BNDS a “empresários” amigos do rei como Eike Batista, por exemplo, beneficiam aos pobres?

Acaso o “Bolsa Família” que tanto cantam em prosa e verso não foi um arranjo unificando e mudado o nome de programas que o PSDB criou nos dias de FHC? 

O Plano Real, que acabou com a inflação beneficiou mais aos ricos, ou, aos pobres? Que conversa é essa, que o PSDB defende ricos, e PT, pobres?   

No ano passado viajei de Belo Horizonte a Porto Alegre num dia promocional  pagando 241 reais a passagem. Certo que teve escala no Rio e Florianópolis, mas, saiu mais barato que  de ônibus. Então a competição entre as empresas aéreas fez baixarem as passagens, o PT não tem culpa nenhuma se pobres podem voar. Os indicadores econômicos se medem pelo PIB e sua evolução, não por fatores aleatórios. 

Ademais, sou trabalhador braçal e voto  PSDB, nada tenho com a “maldita” elite. Onde quero chegar afinal? No óbvio. Não há partido de direita em nosso país. 

PSDB é de centro esquerda. O PT é o que “faz o diabo” pelo poder como disse a Dilma. Para isso alia-se com qualquer um. Já votei neles no passado quando, seu discurso pela ética na política me convencia. 

Depois do mar de lama de corrupção que vemos cada vez mais bravio; de o discurso da ética ser mudado para “corrupção sempre houve” para justificá-los; de o partido buscar médicos cubanos, semi-escravos compactuando com a ditadura dos Castro; do testemunho aterrador de Romeu Tuma Jr. no livro “Assassinato de reputações- um crime de Estado”. Dizer que o que está em jogo é a luta de ricos contra pobres, francamente, é de uma cegueira abissal, ou safadeza da mesma grandeza.

Não estou dizendo que o PT nada fez de certo; se, defendo a verdade, isso é preciso reconhecer; mas, posam como se tivessem inventado o Brasil; antes deles era o caos, a “herança maldita”. 

Instrumentalizam tudo, correios, bancos, sindicatos como se fossem do partido; ciosos investigam crimes alheios, vide “Comissão da Verdade”; para os seus defendem o indefensável.  

Quem quiser votar neles apesar de tudo, que faça, afinal, é livre para escolher; agora, não torre meus dois neurônios dizendo que se trata de luta de classes, pois, isso nem arranha à verdade. Trata-se antes, de um vale tudo pelo poder, sobretudo, mentir, enganar.

Não estou defendendo que o PSDB seja perfeito, mas, seus maiores defeitos são amadorismos perto do que fez o PT. 

Lula e Dilma se omitiram dizendo não saber dos escândalos do Mensalão e Petrolão; tudo bem, acreditemos que não sabiam; o quê fizeram depois que souberam? Quais providências? 

Lula defende até que a roubalheira do Mensalão sequer existiu; Dilma se incomoda que a Petrobrás seja investigada em época de campanha, nada mais. 

Por essas e outras, reitero, não se trata de ricos contra pobres, que, coexistem na boa; antes de corrupção institucionalizada e populismo barato, contra um partido, que, mesmo tendo seu problemas, ainda preza instituições, e valores democráticos, o resto, é fumaça. 

As ameaças, o terrorismo são tais, que muitos temem abrir seu voto. Concordo, pois, com o slogan: “Aécio é o Brasil sem medo do PT”; Sou Aécio.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A Terra, grávida



“Desde a antiguidade fundaste a terra; os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles  envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás e ficarão mudados. Porém tu és o mesmo, os teus anos nunca terão fim.” Sal 102; 25 a 27 

Esse trecho do hino hebraico traz três coisas interessantes; a afirmação categórica do criacionismo; a previsão que efeitos biodegradáveis incidirão sobre a natureza; e que a ação do tempo será inócua sobre Deus, pois, Ele É Eterno. 

Se, o criacionismo for verdade como cremos, os efeitos preditos se devem verificar também. Noutras palavras: A criação deve envelhecer. 

Isaías apresenta as causas: “A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra. Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto têm transgredido as leis, mudado os estatutos, quebrado a aliança eterna. Por isso a maldição tem consumido a terra; os que habitam nela são desolados; por isso são queimados os moradores da terra,  poucos homens restam.” Is 24; 4 a 6  

Paralelo ao decréscimo da vida natural está o da vida humana; “... enfraquecem os mais altos do povo da Terra.” Se, mesmo aos mais altos sucede, que dizer dos demais? 

A teoria evolucionista que se contrapõe à criação defende  o progresso da vida em suas variadas formas. Qual das duas premissas a realidade que nos cerca corrobora? Todo dia deparamos com novas, sobre espécies em extinção, poluição de mananciais, pestes dizimando a população, como agora, o Ebola, etc. Isso são evidências de evolução, ou, envelhecimento? A corrupção generalizada, capitulação às drogas, promiscuidade que nos cercam indicam o quê? Evolução? Rumo a qual alvo? 

Com um mínimo de honestidade intelectual se pode verificar que as demandas evolucionistas estão gritantemente ausentes de nosso existenciário, enquanto, os vaticínios criacionistas se cumprem rigorosamente.

Todavia, invés de mero conformismo com tal derrocada, a Bíblia acena com esperança, regeneração. “Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.” Rom 8; 19 a 23  

Depois de apresentar breve resumo, Paulo expressa o quê, chama de “ liberdade da glória dos filhos de Deus...” “A redenção de nosso corpo.”  Sim, todas as fragilidades físicas decorrentes da sentença pelo pecado sumirão, quando nosso corpo for redimido.

Pois, a “servidão da corrupção”, aqui, não tem conotação moral; antes, alude ao próprio corpo que se corrompe mercê do tempo. Ainda que o Espírito regenerado ande na contramão. “Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.” II Cor 4; 16 

Contrário ao ensino de alguns pavões da praça, os salvos estão sujeitos a tudo, enfermidades, acidentes, etc. Afinal, possuem um tesouro ( novo homem ) em vaso de barro; ( corpo corruptível. )   

Ademais, quando o Salvador lançou Seu apelo, prometeu descanso pra alma, não pro corpo. “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.” Mat 11; 29 

A redenção da natureza, chamada de “novos Céus e nova Terra”, faz parte do pacote de providências do Criador. Se a criação está com dores de parto, como ilustrou o apóstolo, por certo, espera um filho, quem?   

Falando sobre Cristo aos crentes efésios Paulo ensina: Em quem também vós estais; depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa. O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida, para louvor da sua glória.” Ef 1; 13 e 14 

Contudo, se há um “parto planetário” por ocasião da volta do Salvador, há outro individual, que deve ocorrer em cada um que quiser fazer parte do Reino regenerado. O mesmo apóstolo ilustra: “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós;” Gál 4; 19 

Cristo precisa nascer em cada um de nós. Assim, Nele é revivido nosso espírito; a alma é salva, e o corpo dorme na esperança de redenção. Sem ele, apenas decrepitude, morte.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

A morte da morte



Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra; porque o Senhor o disse.” Is 25; 8 

Nesse verso temos a morte num estágio intermediário entre causa e consequência. Digo, sendo ela derivada do pecado é geradora de lágrimas, opróbrio. Assim, quando o Eterno prometeu remover a morte e suas mazelas, certamente, tinha em mira a sua causa. Essa, sabemos, foi o pecado; “No dia em que pecares certamente morrerás.” Dissera o Criador ao primeiro homem. 

Tal qual a remoção de eventual sombra que nos atrapalhe demanda a remoção do corpo entre a luz e a superfície que a sustenta, a aniquilação da morte faz necessário destronar o pecado. 

E, Aquele que veio vencer a morte foi apresentado como, “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.”  Pois, o pecado,  entregara um reino à morte. “...a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir.” Rom 5; 14 

Na verdade, o argumento de Paulo parece inverter causa e consequência em dado momento; “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” V 12 Quando diz que a morte passou a todos e por isso todos pecaram fala  do pecado tendo passado a todos, trazendo seu salário junto, a morte.

Embora, para nós o erro assuma a pluralidade, o que incomoda ao Santo é singular. “Tira ‘o pecado’ do mundo.”  Sim,  a causa é impar, ainda que a produção seja múltipla. Na origem de tudo temos a pretensa autonomia do homem em relação ao Criador. Em Cristo voltamos à submissão e dependência do Santo; esse é o cerne da questão. 

Resolvido isso, mediante arrependimento e confissão, os pecados nossos de cada dia são consertados pelos mesmos meios, desde que, sejam eventuais, não voluntários, e roguemos o socorro do Salvador. “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados; não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.” I Jo 2; 1 e 2  

Não significa que Ele salvou todo o mundo; antes, que a eficácia de Seu sacrifício basta para todos, entretanto, só salvará quantos o receberem e obedecerem. A morte passou a todos; a vida regenerada será recebida por muitos. “Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos.” Rom 5; 15 

Poucos veem com a necessária clareza o que está em jogo no convite de Cristo. Muitos pensam que se trata de adotar nova filosofia, quiçá, associar-se a determinado clube de lazer religioso.  É bem mais intenso, dramático, que essas coisas pueris. Não se trata de qualidade, ou, concepção de vida; antes, regeneração em face à morte. Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entrará em condenação, mas, passou da morte para a vida.” Jo 5; 24

Assim, a morte em questão não é o repouso do corpo em jazigo de pedra; antes, a prisão subserviente da alma num corpo de carne.

Alguns, plenos de justiça própria cogitam que sequer pecados têm. Em parte, estão certos. A Bíblia não apresenta o pecado como mero desvio que temos; antes, como um feitor que nos tem. “De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito, querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.” Rom 7; 17 e 18 

Ainda que, no fundo, haja um anseio virtuoso, no domínio do corpo está o pecado escravizando a alma.  Dessa morte “viva” o novo nascimento em Cristo liberta. 

Nele, via auxílio do Espírito Santo, podemos querer e realizar o bem, que, em última análise é a Vontade de Deus. A faceta espiritual da morte é removida na conversão; a influência cabal, na ressurreição. “Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte.” I Cor 15; 26

Os jazigos dos mortos em ampla maioria ostentam uma cruz; quem carregá-la em vida viverá para ver, a morte da morte.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O pecado nos emburrece



“E ... da sua prata fizeram uma imagem de fundição, ídolos conforme seu entendimento dos quais dizem: Os homens que sacrificam beijem os bezerros.”  Os 13; 2  

Segundo a denúncia, os ídolos derivam o entendimento humano; da forma como eles entendem Deus.  

Mas, de onde surgiu um bezerro? Frequentemente, meu entendimento é filho de minhas experiências. As coisas que vivenciei forjam a percepção das pessoas, da vida, de Deus. 

Na verdade, a proposta inicial que deu azo à queda foi precisamente a independência em relação ao Criador;  “sereis como Deus, sabendo o bem e o mal”; sugeriu o traidor.  Embora, não se tratasse de saber, como insinuou satanás, antes, de preferir. 

Se o homem seguisse sabendo sobre o bem não teria fugido de Deus; tampouco, transferido a culpa, quando passou a “dominar” o bem e o mal. O que se deu com a “divinização” humana foi o surgimento do relativismo. Agora, invés de, o bem seguir sendo a justiça, santidade, verdade, como apraz ao Eterno, passou a residir em outras plagas. Pareceu bem a Adão esconder-se, se possível, enganar a Deus; transferir a culpa; inocentar-se.  

Engano, mentira, cinismo, frutos até então ausentes no Jardim passaram a ser produzidos pelo  sujeito que se tornou “como Deus”.  Se na sua estreia o pecado foi capaz disso, hoje pode muito mais. 

Todavia, esse ser “divino” nunca se bastou; digo, sempre careceu um deus sobre si. O fato novo foi que, desde então, passou a forjar o tipo de deus que queria. Assim, invés de seguir sendo imagem e semelhança do Altíssimo, criou aberrações à imagem de seu entendimento fajuto, caído. 

O homem não é um criador, “stricto sensu”; antes,  transformador.  Em termos de meios ( manipula o que existe ) e imitador em se tratado de formas. ( copia ) Tanto, que, os milhares de deuses imaginados e forjados, sempre têm a forma de um animal, um corpo celeste, um homem, ou, coisa que os valha. “mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível,  de aves,  quadrúpedes e  répteis.” Rom 1; 23

Mas, voltando, de onde surgiu a concepção de  imagear Deus como bezerro? Israel fora cativo no Egito por quatro séculos aproximadamente. Lá, além de outras tantas figuras era cultuada a de um touro, Apis, como deus. Daí, durante o Êxodo, quando acharam que Moisés demorou no Sinai, se inquietaram por um “Deus” visível, se serviram da concepção egípcia . O juízo de Deus foi terrível!

Entretanto, muitos séculos adiante, vemos Israel de novo, às voltas com o famigerado bezerro, por quê? Afinal, se o entendimento deriva de aprendizado, experiências, e, a primeira experiência com tal figura fora desastrosa, por que volveram a ela? Porque as consequências do pecado vão além da morte espiritual e restrições físicas; o pecado faz enorme dano intelectual; cega paro o óbvio. Noutras palavras: O pecado emburrece.

Sim, Israel em seu cativeiro, duvido que contemplou um milagre sequer, genuinamente derivado do deus Apis; contudo viu maravilhas espantosas quando o Eterno enviou Moisés a libertar o povo. Consequência lógica elementar: Apis não é de nada; O Deus de Abraão Isaque e Jacó é o Todo Poderoso.

Porém, não foi tão lógico assim, como vimos.  Como a porca lavada retorna à lama, o homem acostumado ao pecado tende a volver a ele contra o bom senso, a lucidez. “De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito, querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.” Rom 7; 17 a 19  Paulo apresenta a vontade enferma como mais forte que o entendimento.   

Se, o Salvador propicia o novo nascimento contra a morte espiritual, trata consequências do pecado no corpo, curando enfermos; a porta de ingresso à salvação é intelectual; no entendimento. 

Daí o apelo para deixarmos o relativismo; “Deixe o ímpio o seu caminho, o homem maligno os seus pensamentos, se converta ao Senhor,...” Is 55; 7 Preciso cambiar meu entendimento de “bem” para receber, enfim, o Bem verdadeiro. “...transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, perfeita vontade de Deus.” Rom 12; 2  

Sabendo que a porta se abre na mente, o traíra se faz “porteiro” dos refratários ao amor de Deus. “o deus deste século cegou entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” II Cor 4; 4 Imagem muito superior a um bezerro, sem dúvida nenhuma.